Puts, eu sei que posso escrever coisas mais legais.
Esse blog deveria ser mais legal.
11/02/2012
06/11/2011
E o Google virou um filho da puta
~Postado na categoria AFF MAS VCS SÓ SABE RECLAMAR~
Não sei por que nem como. Mas de repente o Google decidiu que criaria serviços ruins e tentaria impôr algumas coisas aos usuários sem respeito algum.
Primeiro, que eu lembre, foi o Orkut Novo. Nada mais era do que uma imitação barata do Facebook, mas com uma usabilidade TOTALMENTE terrível (e olha que a usabilidade do Facebook era bem confusa na época, não devia ser exemplo pra ninguém). O que antes estava organizado muito bem no menu lateral e na parte superior da página simplesmente sumiu, fazendo com que você tivesse que catar o que queria num layout horrível. Apesar da mudança radical no visual, as comunidades permaneceram iguais às anteriores, com leve modificação na cor, deixando a impressão de que o negócio tinha sido lançado antes de completamente acabado. "Porra, a gente tem que mandar logo issaque mas atualizar essa parte das comunidades vai dar mó trabalho, dexamo assim mesmo, ninguém usa mais isso risos". Não bastasse isso, eles decidiram que seria bom piorar o Orkut velho, que estava simplesmente ótimo na época. Bastava no máximo uma melhora no sistema de leitura de atualizações e seria perfeito. Mais tarde houve uma nova atualização que resgatou o menu lateral, e uma parte da cagada foi diminuída, mas a essa hora a merda já tava fedendo.
Algumas outras investidas do Google foram o Buzz e o Wave. Acho que foram boas ideias. O Buzz era meio redundante, ele acabava competindo com o Google Reader e ao mesmo tempo não atraía uma grande massa de pessoas, por não trazer tanto a parte social. Não era muito convidativa a publicação de fotos ou mensagens pessoais. Já o Wave, na minha opinião, não deveria ter sido direcionado ao grande público, ou alardeado como uma grande revolução. O Wave poderia no máximo substituir mensageiros como o Msn, mas conversar por ele não era tão simples quanto deveria. O Wave é bom para ser utilizado em grupos de trabalho, ou na elaboração de algum projeto envolvendo várias pessoas online, e não no cotidiano.
Agora chegou esse novo visual do Google. Minimalista. Simplista. Beleza, isso é muito bom, mas agora eles estão exagerando. Algum gênio teve a grande ideia de que linhas cores e caixas eram ruins. Então o que temos hoje nas páginas com o novo "visual Google" são espaços em branco com algumas palavras jogadas e linhas cinzinhas que te fazem chorar por mais contraste.
Ótimo, vamos tirar todas as linhas. Muito bom. A lista tá meio confusa. Certo, então vamo colocar bastante borda branca separando cada item. Isso. Isso mesmo. O quê? Tá cabendo só 50% das coisas que cabiam antes na tela? Tem que rolar mais a página pra ler tudo? Sério? Foda-se, porque agora ficou ***LINDO***.
Ficou horrível, cara.
Um exemplo claro disso é a lista de arquivos do Google Docs. O Blogger ficou detestável. Parece que no Gmail é a mesma coisa, mas eu tô com medo de atualizar pra nova interface, então ainda não sei. Vou adiar o quanto puder.
Agora vamos ao pior de tudo. Sim, amigos, estou falando do Google Reader. Essa atualização que nos fez chorar. Não só a aparência está muito pior, como eles não nos dão a opção de voltar à versão antiga e ELES MATARAM O COMPARTILHAMENTO DE ITENS.
MATARAM.
OS SHARED.
ITEMS.
Aqueles filhos da puta.
Sério, até agora eu tava aceitando de boa todas essas merdas que o Google tava fazendo. Mas os desgraçados simplesmente acabaram com um negócio que eu usava há uns 4 anos e agora não tem muito sentido usar o Google Reader. Só quem lia suas coisas favoritas e usava o Shift+S pra guardar tudo o que gostava sentiu a tristeza de perder esse recurso.
Funcionava assim. Eu entrava bem feliz no meu Google Reader, lia as novidades das coisas que eu seguia e marcava com um "Share" aquilo que eu curtia. Isso ia pra uma página pública e também para aqueles que me seguiam (desconhecidos, mas que eventualmente comentavam alguma coisa, então eu sei que pelo menos alguém lia aquilo). Umas gambiarras com RSS mandavam o conteúdo pro meu Twitter e também colocam ele como nota no Facebook. Meu Facebook era praticamente somente atualizado via Google Reader.
O Google queria muito colocar o botão de +1 no Google Reader, integrando ele ao Google Plus. Totalmente aceitável. Mas ao invés de adicionar o botãozinho de +1, eles decidiram SUBSTITUIR o "Share" pelo "+1". E não, não é a mesma coisa nem de longe. Eles EXCLUÍRAM o opção de compartilhar via Google Reader. Sem falar no layout lixo. A ideia é te obrigar a migrar pro Google Plus, de um jeito hostil, até, eu diria.
Isso não foi nem um pouco legal, Google.
Não mesmo.
E não adianta do a barrel roll que eu não perdoo.
Não sei por que nem como. Mas de repente o Google decidiu que criaria serviços ruins e tentaria impôr algumas coisas aos usuários sem respeito algum.
Primeiro, que eu lembre, foi o Orkut Novo. Nada mais era do que uma imitação barata do Facebook, mas com uma usabilidade TOTALMENTE terrível (e olha que a usabilidade do Facebook era bem confusa na época, não devia ser exemplo pra ninguém). O que antes estava organizado muito bem no menu lateral e na parte superior da página simplesmente sumiu, fazendo com que você tivesse que catar o que queria num layout horrível. Apesar da mudança radical no visual, as comunidades permaneceram iguais às anteriores, com leve modificação na cor, deixando a impressão de que o negócio tinha sido lançado antes de completamente acabado. "Porra, a gente tem que mandar logo issaque mas atualizar essa parte das comunidades vai dar mó trabalho, dexamo assim mesmo, ninguém usa mais isso risos". Não bastasse isso, eles decidiram que seria bom piorar o Orkut velho, que estava simplesmente ótimo na época. Bastava no máximo uma melhora no sistema de leitura de atualizações e seria perfeito. Mais tarde houve uma nova atualização que resgatou o menu lateral, e uma parte da cagada foi diminuída, mas a essa hora a merda já tava fedendo.
Algumas outras investidas do Google foram o Buzz e o Wave. Acho que foram boas ideias. O Buzz era meio redundante, ele acabava competindo com o Google Reader e ao mesmo tempo não atraía uma grande massa de pessoas, por não trazer tanto a parte social. Não era muito convidativa a publicação de fotos ou mensagens pessoais. Já o Wave, na minha opinião, não deveria ter sido direcionado ao grande público, ou alardeado como uma grande revolução. O Wave poderia no máximo substituir mensageiros como o Msn, mas conversar por ele não era tão simples quanto deveria. O Wave é bom para ser utilizado em grupos de trabalho, ou na elaboração de algum projeto envolvendo várias pessoas online, e não no cotidiano.
Agora chegou esse novo visual do Google. Minimalista. Simplista. Beleza, isso é muito bom, mas agora eles estão exagerando. Algum gênio teve a grande ideia de que linhas cores e caixas eram ruins. Então o que temos hoje nas páginas com o novo "visual Google" são espaços em branco com algumas palavras jogadas e linhas cinzinhas que te fazem chorar por mais contraste.
Ótimo, vamos tirar todas as linhas. Muito bom. A lista tá meio confusa. Certo, então vamo colocar bastante borda branca separando cada item. Isso. Isso mesmo. O quê? Tá cabendo só 50% das coisas que cabiam antes na tela? Tem que rolar mais a página pra ler tudo? Sério? Foda-se, porque agora ficou ***LINDO***.
Ficou horrível, cara.
Um exemplo claro disso é a lista de arquivos do Google Docs. O Blogger ficou detestável. Parece que no Gmail é a mesma coisa, mas eu tô com medo de atualizar pra nova interface, então ainda não sei. Vou adiar o quanto puder.
Agora vamos ao pior de tudo. Sim, amigos, estou falando do Google Reader. Essa atualização que nos fez chorar. Não só a aparência está muito pior, como eles não nos dão a opção de voltar à versão antiga e ELES MATARAM O COMPARTILHAMENTO DE ITENS.
MATARAM.
OS SHARED.
ITEMS.
Aqueles filhos da puta.
Sério, até agora eu tava aceitando de boa todas essas merdas que o Google tava fazendo. Mas os desgraçados simplesmente acabaram com um negócio que eu usava há uns 4 anos e agora não tem muito sentido usar o Google Reader. Só quem lia suas coisas favoritas e usava o Shift+S pra guardar tudo o que gostava sentiu a tristeza de perder esse recurso.
Funcionava assim. Eu entrava bem feliz no meu Google Reader, lia as novidades das coisas que eu seguia e marcava com um "Share" aquilo que eu curtia. Isso ia pra uma página pública e também para aqueles que me seguiam (desconhecidos, mas que eventualmente comentavam alguma coisa, então eu sei que pelo menos alguém lia aquilo). Umas gambiarras com RSS mandavam o conteúdo pro meu Twitter e também colocam ele como nota no Facebook. Meu Facebook era praticamente somente atualizado via Google Reader.
O Google queria muito colocar o botão de +1 no Google Reader, integrando ele ao Google Plus. Totalmente aceitável. Mas ao invés de adicionar o botãozinho de +1, eles decidiram SUBSTITUIR o "Share" pelo "+1". E não, não é a mesma coisa nem de longe. Eles EXCLUÍRAM o opção de compartilhar via Google Reader. Sem falar no layout lixo. A ideia é te obrigar a migrar pro Google Plus, de um jeito hostil, até, eu diria.
Isso não foi nem um pouco legal, Google.
Não mesmo.
E não adianta do a barrel roll que eu não perdoo.
05/11/2011
I'm back
Fala galera, como tão vocês? Sentiram saudades das atualizações no blog? Tô tirando o pó disso aqui pra tentar postar alguma coisa em breve. Provavelmente algum assunto tedioso envolvendo política ou regras gramaticais fictícias.
Enquanto isso fiquem com a minha fantasia de The Sims (que quebrou antes da festa).

Enquanto isso fiquem com a minha fantasia de The Sims (que quebrou antes da festa).

25/07/2011
05/07/2011
31/05/2011
Sobre o ensino médio
Quero falar sobre os conteúdos previstos para serem ensinados. Eu acho que tem coisa errada aí.
Pra começar, em algumas matérias a gente vê a mesma coisa do ensino fundamental. História: se estuda da pré-história até os dias de hoje. Português: se estuda a gramática inteira.
Geografia e Biologia, por outro lado, podem até explorar um lado diferente do visto no ensino fundamental, mas muita coisa é repetida.
Não adianta dizer que o aluno esquece o que viu no ensino fundamental, e que por isso tudo tem que ser revisado no ensino médio. Se fosse assim as pessoas teriam que ficar revisando o conteúdo a vida inteira. Não existe isso, se aprendeu, aprendeu. Ou por outra: dizem que o aluno é jovem demais no ensino fundamental, por isso não aprende. Ora, então ensinem só quando o cara já for maduro o suficiente! Não se aprende melhor por se ver 2 vezes a mesma coisa.
Dizem também que no ensino médio as coisas são vistas com mais detalhes. Tá bem. Quer dizer que em 3 anos o aluno vai ver o que já tinha visto em 4 (5ª a 8ª) com mais detalhes. Me expliquem como se faz essa mágica.
A história, mesmo, por exemplo. Faria muito mais sentido juntar tudo e, ao invés de estudar 2 vezes a mesma coisa (em 3 e 4 anos), estudar a história inteira em 7 anos. Aí sim ficaria bem mais fácil ver mais detalhes, ou refletir e fazer debates sobre os acontecimentos históricos, essas coisas. Faz bem mais sentido. Pode ser que 4 anos bastem, também, o que eliminaria a necessidade de História estar incluída no ensino médio.
Na verdade o que eu observo é que a área das humanas é bem inútil da maneira como é colocada. De novidade, mesmo, que se vê, são os conteúdos de Matemática, Física, Química. Nas demais disciplinas, não tem mais o que ensinar. E se o ensino médio privilegia assim as exatas, só quem é realmente interessado em aprender exatas para a vida deveria ser obrigado a fazer.
Não, mas eu não quero que as humanas sejam extintas do ensino médio. Não quero que o ensino médio deixe de existir. Uma boa ideia seria tornar as matérias facultativas. Faz quem quer. Nem todo mundo precisa saber nomear compostos orgânicos e – mais importante do que isso – quem não quer aprender não aprende, e a aula vira perda de tempo. Simples preparação pra prova, pra vestibular.
O que nós devemos fazer é integrar as disciplinas como história, filosofia, sociologia, literatura, artes.
Pra começar, inclua a literatura dentro das artes. Depois, mostre as artes como reflexo da história, relacionando obras e movimentos com momentos históricos. A sociologia, ao mesmo tempo, faz analogias das sociedades antigas com o presente; e a filosofia, em paralelo e indiretamente, auxilia a compreensão de tudo isso com as formas de pensar.
Gramática é ciência exata. Morfologia. Sintaxe. É muito bom aprender, mas devia ser ensinada de forma integrada ao ensino fundamental, onde se aprende a mesma coisa.
As outras matérias podem continuar como estão. As exatas estão bem. Só precisam passar a ser facultativas, ou então a apresentar melhor as utilidades práticas do conteúdo para os alunos. Quantos adultos aí tem noção do que é um mol, por exemplo? Quantos já aplicaram isso em algum momento da vida?
Assim, sem conclusão, termina meu texto.
Pra começar, em algumas matérias a gente vê a mesma coisa do ensino fundamental. História: se estuda da pré-história até os dias de hoje. Português: se estuda a gramática inteira.
Geografia e Biologia, por outro lado, podem até explorar um lado diferente do visto no ensino fundamental, mas muita coisa é repetida.
Não adianta dizer que o aluno esquece o que viu no ensino fundamental, e que por isso tudo tem que ser revisado no ensino médio. Se fosse assim as pessoas teriam que ficar revisando o conteúdo a vida inteira. Não existe isso, se aprendeu, aprendeu. Ou por outra: dizem que o aluno é jovem demais no ensino fundamental, por isso não aprende. Ora, então ensinem só quando o cara já for maduro o suficiente! Não se aprende melhor por se ver 2 vezes a mesma coisa.
Dizem também que no ensino médio as coisas são vistas com mais detalhes. Tá bem. Quer dizer que em 3 anos o aluno vai ver o que já tinha visto em 4 (5ª a 8ª) com mais detalhes. Me expliquem como se faz essa mágica.
A história, mesmo, por exemplo. Faria muito mais sentido juntar tudo e, ao invés de estudar 2 vezes a mesma coisa (em 3 e 4 anos), estudar a história inteira em 7 anos. Aí sim ficaria bem mais fácil ver mais detalhes, ou refletir e fazer debates sobre os acontecimentos históricos, essas coisas. Faz bem mais sentido. Pode ser que 4 anos bastem, também, o que eliminaria a necessidade de História estar incluída no ensino médio.
Na verdade o que eu observo é que a área das humanas é bem inútil da maneira como é colocada. De novidade, mesmo, que se vê, são os conteúdos de Matemática, Física, Química. Nas demais disciplinas, não tem mais o que ensinar. E se o ensino médio privilegia assim as exatas, só quem é realmente interessado em aprender exatas para a vida deveria ser obrigado a fazer.
Não, mas eu não quero que as humanas sejam extintas do ensino médio. Não quero que o ensino médio deixe de existir. Uma boa ideia seria tornar as matérias facultativas. Faz quem quer. Nem todo mundo precisa saber nomear compostos orgânicos e – mais importante do que isso – quem não quer aprender não aprende, e a aula vira perda de tempo. Simples preparação pra prova, pra vestibular.
O que nós devemos fazer é integrar as disciplinas como história, filosofia, sociologia, literatura, artes.
Pra começar, inclua a literatura dentro das artes. Depois, mostre as artes como reflexo da história, relacionando obras e movimentos com momentos históricos. A sociologia, ao mesmo tempo, faz analogias das sociedades antigas com o presente; e a filosofia, em paralelo e indiretamente, auxilia a compreensão de tudo isso com as formas de pensar.
Gramática é ciência exata. Morfologia. Sintaxe. É muito bom aprender, mas devia ser ensinada de forma integrada ao ensino fundamental, onde se aprende a mesma coisa.
As outras matérias podem continuar como estão. As exatas estão bem. Só precisam passar a ser facultativas, ou então a apresentar melhor as utilidades práticas do conteúdo para os alunos. Quantos adultos aí tem noção do que é um mol, por exemplo? Quantos já aplicaram isso em algum momento da vida?
Assim, sem conclusão, termina meu texto.
29/05/2011
Tempo tempo mano velho
Hoje vamos falar sobre organizar seu tempo. Como podemos organizar as várias tarefas do dia-a-dia em nosso tempo livre? Como ter tempo para estudar, ler livros, assistir filmes, reclamar dos filmes que viu no twitter, reclamar de como o twitter está chato porque as pessoas só ficam reclamando de tudo, acompanhar seriados, ler o jornal, escrever no blog, ir na padaria e ainda assim arrumar espaço na agenda para comer, dormir e ir ao banheiro (pelo menos 1 vez ao dia, como recomendam os publicitários do Activia)?
Estou com a sensação de que EXISTEM COISAS PRA CARALHO A SEREM FEITAS e a duração dos dias não está dando conta disso.
Tá bem, vamo ver o que a gente pode fazer.
24 horas. Tira umas 8 aí pra dormir. Tá certo que eu nunca chego a dormir 8 horas, mas enfim. 16 horas. Tá, agora dá pra tirar aí o tempo das aulas. 4 horas e meia de manhã, depois 3 horas de tarde... sobram 8 horas e meia. Caramba, quanto tempo livre! Dá pra fazer um monte de coisa, como... aah, já tá na hora do almoço...? Tá, peraí... tirando as refeições deve sobrar ainda umas 6 horas.
Onde diabos tá indo esse meu tempo? Teoricamente eu devia ter no mínimo 6 horas livres diárias. Eu tô passando tanto tempo assim no twitter?
Sei lá. Eu já fiz outras vezes essa conta de ver como gasto meu tempo, mas nunca chego a lugar nenhum.
Teve uma época da minha vida que eu passava HORAS no Google Reader, lendo, lendo, lendo. Notícias inúteis, novidades, hits da internet, tirinhas, crônicas, colunas... enfim. E eu sabia que aquilo me tomava muito tempo. E com muita coisa inútil. Mesmo que tivesse bastante coisa interessante e até mesmo construtivas, as inutilidades eram maioria.
Bom, zerar o contador do Google Reader é uma tarefa humanamente impossível quando se têm 7 bilhões de feeds lá (nota do editor: como estamos falando de internet, isso até poderia não ser uma hipérbole, mas é). Eu tentava ler tudo, mas com o tempo foi ficando mais e mais difícil, já que eu assinava cada vez mais e mais feeds.
Eu comecei a marcar alguns feeds como "favoritos", para lê-los primeiro, mas depois até mesmo os favoritos passaram a ser demais e demais e SOCORRO.
O que eu preciso é determinar quais são as minhas prioridades. O problema é que no fim das contas o número de coisas excelentes que existem e vão sendo produzidas todo dia acaba sendo grande demais para o tempo disponível. O fato é que não tem como consumir todo o conteúdo de qualidade disponível, e então eu acabo deixando de lado e não consumindo nada desse conteúdo, por não saber por onde começar.
E tem outra coisa: quando tem um filme passando na televisão é fácil arrumar tempo para assisti-lo. É só parar e ver. Por outro lado, eu tenho um filme há meses ocupando espaço aqui no hd pronto para ser assistido e eu não assisto. Por quê? Eu não sei.
Talvez devesse assisti-lo agora.
É, é isso o que eu vou fazer.
Estou com a sensação de que EXISTEM COISAS PRA CARALHO A SEREM FEITAS e a duração dos dias não está dando conta disso.
Tá bem, vamo ver o que a gente pode fazer.
24 horas. Tira umas 8 aí pra dormir. Tá certo que eu nunca chego a dormir 8 horas, mas enfim. 16 horas. Tá, agora dá pra tirar aí o tempo das aulas. 4 horas e meia de manhã, depois 3 horas de tarde... sobram 8 horas e meia. Caramba, quanto tempo livre! Dá pra fazer um monte de coisa, como... aah, já tá na hora do almoço...? Tá, peraí... tirando as refeições deve sobrar ainda umas 6 horas.
Onde diabos tá indo esse meu tempo? Teoricamente eu devia ter no mínimo 6 horas livres diárias. Eu tô passando tanto tempo assim no twitter?
Sei lá. Eu já fiz outras vezes essa conta de ver como gasto meu tempo, mas nunca chego a lugar nenhum.
Teve uma época da minha vida que eu passava HORAS no Google Reader, lendo, lendo, lendo. Notícias inúteis, novidades, hits da internet, tirinhas, crônicas, colunas... enfim. E eu sabia que aquilo me tomava muito tempo. E com muita coisa inútil. Mesmo que tivesse bastante coisa interessante e até mesmo construtivas, as inutilidades eram maioria.
Bom, zerar o contador do Google Reader é uma tarefa humanamente impossível quando se têm 7 bilhões de feeds lá (nota do editor: como estamos falando de internet, isso até poderia não ser uma hipérbole, mas é). Eu tentava ler tudo, mas com o tempo foi ficando mais e mais difícil, já que eu assinava cada vez mais e mais feeds.
Eu comecei a marcar alguns feeds como "favoritos", para lê-los primeiro, mas depois até mesmo os favoritos passaram a ser demais e demais e SOCORRO.
O que eu preciso é determinar quais são as minhas prioridades. O problema é que no fim das contas o número de coisas excelentes que existem e vão sendo produzidas todo dia acaba sendo grande demais para o tempo disponível. O fato é que não tem como consumir todo o conteúdo de qualidade disponível, e então eu acabo deixando de lado e não consumindo nada desse conteúdo, por não saber por onde começar.
E tem outra coisa: quando tem um filme passando na televisão é fácil arrumar tempo para assisti-lo. É só parar e ver. Por outro lado, eu tenho um filme há meses ocupando espaço aqui no hd pronto para ser assistido e eu não assisto. Por quê? Eu não sei.
Talvez devesse assisti-lo agora.
É, é isso o que eu vou fazer.
04/04/2011
09/03/2011
Celular: na sua época, sua mãe nem sonhava com ele
Procuro um celular novo. O meu atual é antigo pra caramba (um Nokia 6085) e tá cheio de problema. Esse celular era muito bom. A única coisa ruim nele (além de estragar depois de 1 ano de uso) é a falta dos recursos mais novos. Se houvesse uma versão igual a ele atualizada, eu compraria com certeza. Na verdade até tem, o Nokia 3710, que parece um ótimo celular, principalmente para preço (R$ 349,00). O ruim é que ele não têm wi-fi, e eu tô achando que não vale a pena comprar um celular sem esse recurso (que facilita muito a conexão com a internet).
Então saí a procura de um novo modelo. Quer dizer, "saí" não, porque procurei tudo pela internet. Começar indo nas lojas de verdade não é bom. O melhor é dar uma olhada em tudo pela internet, ver as características completas, ler algumas opiniões e comparar os preços (normalmente existe um preço-padrão, encontrado na maioria das lojas, e uma ou duas lojas com desconto). Depois disso sair às lojas para ver de perto o bichinho, pegar e etc.
Um site ótimo é o Bondfaro. Filtra os produtos por características e compara preços nas lojas mais conhecidas. Bem melhor que o Buscapé ou o Mercadolivre, que misturam produtos novo e usados e ainda não classificam bem os produtos.
Certo, as características que eu quero são as seguintes:
~ Wi-fi
~ Sistema operacional bom
~ Câmera
Quando eu digo "sistema operacional bom" eu quero dizer um sistema atual, de smartphone. Sim, eu quero um smartphone. Mas eu não vou começar a chamar o meu celular de smartphone só porque ele é um smartphone. Ele é um celular, caramba! Eu só vou começar a chamar meu celular de um nome diferente de "celular" quando inventarem um nome em português pra ele, pelo menos. "Smartphone". Ora, que grande frescura!
A vantagem de se ter um sistema atual é que existem aplicativos novos para ele, enquanto os sistemas mais antigos só suportam java. Os sistemas mais conhecidos são o Symbian (da Nokia) e o Android (sistema do Google utilizado pela Motorola e LG, entre outras).
Eu vou dizer uma coisa: fazer chamadas não é tão importante pra mim. É bem dispensável. Um recurso ótimo, é verdade, mas não tão importante assim. Então o que me preocupa mesmo são as outras características do telefone: câmera, jogos, internet, despertador, mp3 player, reprodutor de vídeos. Existe um aparelho com tudo isso e mais barato? Existe. Mas não sou eu que vou comprar um daqueles MPn (sendo n um número inteiro que tende ao infinito) da China que a gente vê por aí.
Tá bom, eu vou postar isso aqui como tá mesmo, e amanhã eu comparo quais são os modelos que me restaram aqui, depois de muito pesquisar. Té!
Atualização: Esqueci de fazer o post-continuação. Ah!, e comprei um Motorola Flipout.
Então saí a procura de um novo modelo. Quer dizer, "saí" não, porque procurei tudo pela internet. Começar indo nas lojas de verdade não é bom. O melhor é dar uma olhada em tudo pela internet, ver as características completas, ler algumas opiniões e comparar os preços (normalmente existe um preço-padrão, encontrado na maioria das lojas, e uma ou duas lojas com desconto). Depois disso sair às lojas para ver de perto o bichinho, pegar e etc.
Um site ótimo é o Bondfaro. Filtra os produtos por características e compara preços nas lojas mais conhecidas. Bem melhor que o Buscapé ou o Mercadolivre, que misturam produtos novo e usados e ainda não classificam bem os produtos.
Certo, as características que eu quero são as seguintes:
~ Wi-fi
~ Sistema operacional bom
~ Câmera
Quando eu digo "sistema operacional bom" eu quero dizer um sistema atual, de smartphone. Sim, eu quero um smartphone. Mas eu não vou começar a chamar o meu celular de smartphone só porque ele é um smartphone. Ele é um celular, caramba! Eu só vou começar a chamar meu celular de um nome diferente de "celular" quando inventarem um nome em português pra ele, pelo menos. "Smartphone". Ora, que grande frescura!
A vantagem de se ter um sistema atual é que existem aplicativos novos para ele, enquanto os sistemas mais antigos só suportam java. Os sistemas mais conhecidos são o Symbian (da Nokia) e o Android (sistema do Google utilizado pela Motorola e LG, entre outras).
Eu vou dizer uma coisa: fazer chamadas não é tão importante pra mim. É bem dispensável. Um recurso ótimo, é verdade, mas não tão importante assim. Então o que me preocupa mesmo são as outras características do telefone: câmera, jogos, internet, despertador, mp3 player, reprodutor de vídeos. Existe um aparelho com tudo isso e mais barato? Existe. Mas não sou eu que vou comprar um daqueles MPn (sendo n um número inteiro que tende ao infinito) da China que a gente vê por aí.
Tá bom, eu vou postar isso aqui como tá mesmo, e amanhã eu comparo quais são os modelos que me restaram aqui, depois de muito pesquisar. Té!
Atualização: Esqueci de fazer o post-continuação. Ah!, e comprei um Motorola Flipout.
08/03/2011
Balanço
CARAMBA.
Faz muito tempo que eu não posto aqui. Queria escrever toda semana, no mínimo. Vou botar o blogger na página inicial.
O caso é que eu tô reformando o meu site, brunoruchiga.com, que eu tinha feito há muito tempo atrás e tá com um monte de coisa errada.
Agora começaram as aulas, também, e eu fiz um blog para a minha turma: terceirodaurcamp.tumblr.com. Quem administra o site sou eu, mas qualquer um pode publicar fotos ou textos por um botão ali na barra da direita. Os professores também podem mandar mensagens para o e-mail, que são colocadas no blog.
Há muito tempo não baixo e vejo seriados. O seriados.brunoruchiga.com tá largado, por enquanto.
O Shuffle Loco, que eu acho que vou mudar o nome, não fez progresso e ainda não deu pra colocar mais músicas.
Uma página perdida que eu fiz esses dias foi a Como Vai Voce: apenas um lugar para hospedar uma parte da música homônima do Roberto Carlos.
Tem esse velho flash da internet, pra limpar o seu monitor por dentro. Acessável em limpesuatela.tumblr.com.
Certo, em breve trago novidades aqui. Tem esse meu site pra refazer, tem o layout do blog pra reformar, tem seriados pra assistir, enfim. Agora a dúvida é: algum "tem" da frase anterior leva acento circunflexo?
Faz muito tempo que eu não posto aqui. Queria escrever toda semana, no mínimo. Vou botar o blogger na página inicial.
O caso é que eu tô reformando o meu site, brunoruchiga.com, que eu tinha feito há muito tempo atrás e tá com um monte de coisa errada.
Agora começaram as aulas, também, e eu fiz um blog para a minha turma: terceirodaurcamp.tumblr.com. Quem administra o site sou eu, mas qualquer um pode publicar fotos ou textos por um botão ali na barra da direita. Os professores também podem mandar mensagens para o e-mail, que são colocadas no blog.
Há muito tempo não baixo e vejo seriados. O seriados.brunoruchiga.com tá largado, por enquanto.
O Shuffle Loco, que eu acho que vou mudar o nome, não fez progresso e ainda não deu pra colocar mais músicas.
Uma página perdida que eu fiz esses dias foi a Como Vai Voce: apenas um lugar para hospedar uma parte da música homônima do Roberto Carlos.
Tem esse velho flash da internet, pra limpar o seu monitor por dentro. Acessável em limpesuatela.tumblr.com.
Certo, em breve trago novidades aqui. Tem esse meu site pra refazer, tem o layout do blog pra reformar, tem seriados pra assistir, enfim. Agora a dúvida é: algum "tem" da frase anterior leva acento circunflexo?